Bibliografia ensaios

TEMA 1 Vários países africanos são apontados como “histórias de sucesso”. Discuta, para um país à sua escolha, até que ponto este pode ser considerado um caso de sucesso (ex: Gana)

Estudo de caso: Gana

P Arthur (2012) Avoiding the Resource Curse in Ghana: Assessing the Options Natural Resources and Social Conflict. Towards …, 2012

Estudo de caso  Angola:

TEMA 2. Discuta, para um país à sua escolha, qual o impacto das remessas no desenvolvimento (ex: Cabo Verde).

Estudo de caso: Cabo Verde

 

 

Exemplo de outros estudos de caso:

  • Dejene, A. (2005). Migrant remittances, shocks and poverty in urban Ethiopia: An analysis of micro level panel data. Mimeo, Addis Ababa University, Addis Ababa, Ethiopia
  • Adams R. H. Jr. (2006). Remittances and poverty in Ghana. World Bank Policy Research Paper 3838. Washington, DC
  • Lucas, R. E. B., & Stark, O. (1985). Motivations to remit: Evidence from Botswana. Journal of Political Economy, 93, 901–918.
  • Quartey, P. & Blankson, T. (2004). Do migrant remittances minimize the effect of macro-volatility on the poor in Ghana? http://www.gdnet.org/ pdf2/gdn_library/global_research_projects/macro_low_income/Quartey.pdf

 

TEMA 3. “Alguns observadores vêm a economia informal como positiva, como fonte de emprego e rendimentos para os mais pobres, fonte de capacidade empreendedora podendo estimular o crescimento económico. Outros vêm-na como problemática defendendo que o informal escapa aos impostos e que representa que é uma barreira ao crescimento económico”. Discuta, aplicando a questão a um país/cidade específico, em que medida a economia informal pode ser vista de forma negativa ou de forma positiva (ex: Angola/Luanda).

Estudo de Caso: Angola

  • CARLOS,M Lopes,.(2006). Candongueiros, kuinguilas, roboteiros e zungueiros uma digressão pela economia informal de Luanda , volume 3,  páginas 163 a 183, disponível em http://www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/CarlosMLopes.pdf visto 26-12-2014
  • Lopes, C. et al. (2003) “A Economia de Luanda e Maputo, olhares cruzados”, in: Oppenheimer, J. & Raposo (org.) Subúrbios de Luanda e Maputo, Lisboa: CEsA: 63-98
  • Lopes, Carlos (2002) “Luanda, cidade informal? estudo de caso no bairro Rocha Pinto”, Estudos de Desenvolvimento, 7, CEsA
  • LOPES, C. (1999). O Sector Informal e o Desenvolvimento: estudo de caso em Luanda comunicação apresentada ao II CONGRESO DE ESTUDIOS AFRICANOS EN EL MUNDO IBÉRICO ÁFRICA HACIA EL SIGLO XXI, Madrid, Espanha, 15-17 de Setembro de 1999) disponível em   http://www.multiculturas.com/angolanos/carlos_lopes_sector_informal.htm
  • Carlos M. Lopes. (2006) Acumulação Risco e Sobrevivência na Economia Informal: os candongueiros de Luanda, Cadernos de Estudos Africanos.
  • Cain, A. (2004). Livelihoods and the informal economy in post-war Angola. Supporting Sustainable Livelihoods: A Critical Review of Assistance in Post-Conflict Situations (Pretoria, 87-101.
  • MEXIA,M. (2010). A informalidade no mercado formal Luandense ; estratégias de adaptação à modernidade e as makas disponível em http://www.adelinotorres.com/teses/Rita%20Mexia_Informalidade%20no%20mercado%20formal.pdf
  • DUCADOS, H. (1998). O financiamento informal e as estratégias de sobrevivência económica das mulheres em Angola :a kixikila no município de sambizanga (Luanda). REVISTA disponível em http://pascal.iseg.ulisboa.pt/~cesa/files/Doc_trabalho/53.PDF

Maputo

  • Mosca, João (2009), “Pobreza, economia ‘informal’, informalidades e desenvolvimento”. II Conferencia Dinâmicas da Pobreza e Padrões de Acumulação Económica em Moçambique, realizado pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos, 22 e 23 de Abril de 2009, Maputo
  • Francisco, António A da Silva e Margarida Paulo (2006), Impacto da Economia Informal na Proteção Social, Pobreza e Exclusão: a dimensão oculta da informalidade em Moçambique, Monografia do Centro de Estudos Africanos, Lisboa, ISCTE.

 

Urbanização Luanda e Maputo

  • Costa, Ana Bénard & U. Rodrigues, Cristina (2003) Estratégias de Sobrevivência e Reprodução Social em Luanda e Maputo. Em: Oppenheimer, J. & Raposo, I. (org.) Subúrbios de Luanda e Maputo, Lisboa: CEsA: 131-153
  • Rodrigues, Cristina U. (2006) O Trabalho Dignifica o Homem: estratégias de sobrevivência em Luanda, Lisboa: Colibri
  • Jenkins, Paul (2006) Image of the City in Mozambique: civilization, parasite, engine of growth or place of opportunity? . Em: D. F. Bryceson and D. Potts, (eds.) African Urban Economies. Viability, Vitality or Vitiation?, Basingstoke, Palgrave Macmillan: pp. 107-130

TEMA 4. Discuta em que medida os recursos naturais são ou não uma maldição aplicando a discussão a um país à sua escolha (ex: Moçambique, Angola).

Estudo de caso: Moçambique

  • Castel-Branco, C. (2002) Mega projectos e estratégia de desenvolvimento. Mimeo. http:// www.iese.ac.mz/lib/cncb/Mega_projectos_Moz_texto.pdf
  • Castel-Branco, C. (2008). Os mega projectos em Moçambique: que contributo para a economia nacional? Comunicação apresentada no Fórum da Sociedade Civil sobre a Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE), Maputo 27 e 28 de Novembro de 2008. http://www.iese.ac.mz/lib/noticias/Mega_Projectos_ForumITIE.pdf
  • Castel-Branco, C. 2015. Desafio para Moçambique em 2015. Maputo: IESE
  • Brito, L., Castel-Branco, C., Chichava, S. e Francisco, A. (orgs) (2010) Economia extractiva e desafios de industrialização em Moçambique. Maputo: IESE.
  • MOSCA, João e SELEMANE, Tomás. (2011). El dorado Tete: os mega projectos de mineração. [e-book] Maputo: CIP. Disponível em: Centro de Integridade Pública. http://www.cip.org.mz/cipdoc/106_EL%20DORADO%20TETE_Mosca%20e

%20Selemane_CIP_2011.pdf

  • Selemane, Tomás, (2009). Alguns Desafios na Indústria Extractiva em Moçambique;

Centro de Integridade Pública, Maputo, Maio de 2009

Debate Recursos naturais: Will Africa ever benefit from its natural riches?

TEMA 5. A existência de recursos naturais está muitas vezes associada a conflitos. Discuta para um país à sua escolha (ex: Nigéria, RDC).

 

TEMA 6. Alguns autores defendem que a Ajuda ao Desenvolvimento faz mais mal que bem. Discuta os impactos da Ajuda ao Desenvolvimento aplicando a um país à sua escolha (ex: Moçambique, Uganda).

Estudo de caso: Moçambique

Debate Cooperação para o Desenvolvimento